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A terceira imagem, a fotografia estereoscópica em Portugal e o desejo de 3D - Leiria

A exposição “A terceira imagem, a fotografia estereoscópica em Portugal e o desejo de 3D” organizada pelo projecto de investigação Stereo Visual Culture da Universidade Lusófona,  sobre a fotografia estereoscópica em Portugal é inaugurada a 17 de janeiro no m|i|mo - Museu da Imagem e do Movimento em Leiria onde estará patente até 15 de março.


A exposição apresenta em estereoscopia imagens das 9 instituições parceiras do projecto, assim como alguns dos primeiros resultados do estudo, constituindo uma inédita mostra nacional de estereoscopia. A mesma parte de um estudo das coleções e dos fundos de fotografia estereoscópica de museus e arquivos públicos nacionais levado a cabo no âmbito do projeto de investigação Cultura Visual Estéreo, do Centro de Investigação CICANT da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

“A Terceira Imagem - A fotografia estereoscópica em Portugal e o desejo do 3D” visa ainda promover o reencontro com algumas imagens originais e visores de época, integrando estereoscopias em formato digital, apresentadas em ecrãs 3D, do Arquivo Nacional Torre do Tombo, do Centro Português de Fotografia, da Cinemateca Portuguesa — Museu do Cinema, do Museu da Cidade da Câmara Municipal de Lisboa, do Museu Carlos Machado, do Museu da Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) e do EcoMuseu do Seixal. Trata-se de uma colaboração inovadora entre instituições públicas e privadas.

Este é um levantamento pioneiro em Portugal na área da fotografia estereoscópica, e conta com consultores internacionais, estando ainda previstas várias publicações científicas.

Depois dessa data a exposição segue para Lisboa, para o Arquivo Municipal, onde poderá ser visitada de 16 de abril a 27 de junho.
Contextualização:

Foi o investimento científico no estudo da visão que originou a fotografia estereoscópica. A partir de 1833, um par de imagens gémeas passou a poder reproduzir o fenómeno da visão binocular e, como tal, gerar ‘vistas com relevo’ resultantes de uma ilusão perceptiva de tridimensionalidade. A imagem com aspecto tridimensional que a estereoscopia oferece não coincide com nenhuma das duas imagens recebidas pelos olhos, uma vez que é uma síntese das anteriores, ou seja, uma Terceira Imagem. A possibilidade de reprodução desta experiência óptica, fortemente realista e imersiva, permitiu à fotografia estereoscópica responder tanto ao emergente desejo social de viajar para paisagens distantes (por muito que apenas virtualmente), como ao desejo de que a fotografia se pudesse confundir com a realidade, adquirindo ‘vida’.

A presente exposição é dedicada à fotografia estereoscópica em Portugal, nomeadamente, ao modo como produziu um novo olhar sobre os temas, os géneros, as composições fotográficas e ainda sobre os ‘assuntos portugueses.’ Partiu de um estudo das colecções e dos fundos de fotografia estereoscópica de museus e arquivos públicos nacionais efectuado pelo projecto de investigação Cultura Visual Estéreo do Centro de Investigação CICANT da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Em parceria com o m|i|mo, Museu da Imagem em Movimento, e com o Arquivo Municipal de Lisboa — Fotográfico, projectaram-se duas exposições que permitem a primeira apresentação das suas colecções e fundos autorais de estereoscopia.

A exposição Terceira Imagem visa promover o reencontro com algumas imagens originais e visores de época destas duas instituições, integrando ainda estereoscopias em formato digital, apresentadas em ecrãs 3D, das seguintes instituições: Arquivo Nacional Torre do Tombo, Centro Português de Fotografia, Cinemateca Portuguesa — Museu do Cinema, Museu da Cidade — CML, Museu Carlos Machado, Museu da Ciência- FCUP e EcoMuseu do Seixal.

Lido 2862 vezes Modificado a 15/04/2015 - 14:54

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