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03/06/2013 - 19:32

Uma cientista exemplar

O LOC partiu à descoberta de Catarina Pinto Reis, professora e investigadora do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas. Vencedora do Prémio Inovação Bes na área da Saúde e do Prémio Bluepharma, a cientista continua a sonhar com o dia em que todos os diabéticos tenham acesso à insulina oral.

catarina pinto reis

Exemplar. É uma palavra que define bem Catarina Pinto Reis, natural de Moimenta da Beira, Viseu. “Sempre fiz tudo no tempo estipulado para tal”, confessa. Uma capacidade de trabalho que cedo foi reconhecida. Em 2003, quando estava a acabar a licenciatura em Ciências Farmacêuticas na Universidade de Coimbra foi convidada para integrar um projeto de doutoramento. Viveu no Canadá e em Estrasburgo, onde teve a oportunidade de investigar ao lado de Christiane Damge, uma das cientistas que mais tem contribuído para o estudo da diabetes.
Professora e investigadora na Universidade Lusófona, desde 2007, no Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, reparte o seu tempo pelos projetos científicos e pelas aulas, num dia a dia “muito preenchido”, diz. Tanto mais que Catarina Pinto Reis é também mãe de uma menina com apenas ano e meio, o que a obriga a conciliar as exigências da vida profissional com as da privada.

À procura de medicamentos menos tóxicos

Na Lusófona, a cientista de 33 anos desenvolve projetos de investigação em áreas como as doenças metabólicas, que englobam a diabetes, as doenças do foro oncológico, as infeciosas e as de pele. Os projetos envolvem nanotecnologias, que permitem a proteção dos fármacos e a redução da sua toxidade. Disfarçam sabores desagradáveis e protegem da luz, do tempo e do oxigénio. 
Distinguida com os prémios Inovação Bes na área da Saúde e Bluepharma, com vários artigos científicos publicados em revistas académicas, nacionais e internacionais, os sonhos de Catarina Pinto Reis continuam a ser muitos. Mas o mais acalentado é a concretização do projeto de insulina oral. Isto porque com a sua comercialização, garante, “iríamos melhorar a qualidade de vida de inúmeras pessoas”.

Cátia Esteves
Diana Constantino
Redação LOC

Leia também a entrevista “Insulina oral: “mais prática para o doente”.

 

Lido 2846 vezes Modificado a 09/09/2014 - 14:48

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